Em 2014: um bonito nome apenas não basta



Brindemos ao amor
Durante todo esse ano,eu trouxe como palavra de ordem: agradecimento; 2013 para mim foi marcado por grandes conquistas, valoroso aprendizado, garantindo ao meu ciclo, o cultivo da paz, da alegria, da serenidade, da conquista coletiva, da adoção de um novo semblante, da projeção de um novo olhar, na descoberta de amizades valiosas, na possibilidade de contribuição, no reconhecimento de um ser humano melhor.
Nos desencontros de paradigmas, estamos sempre esperando que o outro mude seu coração, que ele se vista de maneira que nos agrade, que possa aceitar nossos argumentos sem contestação, que trabalhe com afinco pela obrigação sem o mínimo de reconhecimento, que se coloque a disposição para festejar os encontros dissimulados, que aceite as falsas promessas sem manifestar desconfiança, que não se exponha para que não seja colocado à margem pela sociedade; enfim nessa lista caberia muito mais, quiçá com tanta incoerência nem coubesse nesta minha página. Porém, tão importante quanto lembrar isso, é dizer que embora haja momentos de inflexão em minhas escritas, tento prescrever as “tiradas” de meu pai, extrair lições, multiplicar saberes. São quase seis meses entre a lucidez e as alucinações desde que fora internado, de quase todas as suas palavras, a recomendação é de força, de ânimo, de confiança de fé. (não me custa repetir isso)
Outro dia mesmo, quando reapresentávamos a Graciely  a ele, e uma de minhas irmãs, perguntou-lhe se a considerava bonita e o que achava daquele nome, ele prontamente responde “que nome e pessoa eram bonitos, mas o que nos torna realmente bonitos não  é nossa aparência, porém nossos atos, nossa atitude.”Para nós, essa expressão soou tão  forte! Tão verdadeiro! Tão exemplar! E a minha atenção sobre essa fala foi redobrada quando compartilhei com um leitor  muito  especial    e 
sugeriu que eu escrevesse; pediu que eu registrasse essa lição. Reforçou em mim os sentimentos acordados no decorrer desse ano, ameniza as minhas dores, desfaço-me dos efeitos de pessimismo. Ficará como mensagem de otimismo para 2014! Quando ele fala essas coisas, também fala para que tomemos esses exemplos e os multipliquemos, e essa iniciativa vem através de mim, tornando meus dias mais reias, mais humano, mais cristão. Reaprendo já convicta disso que um nome ou sobrenome sozinho não basta para que tenhamos mais condições de acesso, para alcançarmos oportunidades, adquirirmos privilégios. Quanto ao nome, eu mesma acredito nas mudanças que vem de atitudes nossas, de nosso coração, revisitando nosso olhar, convocando a sensibilidade, rompendo parâmetros, casando com tudo que já foi dito, o livro dos Provérbios traz essa lição: “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas”
Por fim, acompanhemos as tendências, continuemos com esse olhar gerado em 2013 e infiltremos em nós “o festejar e desejar o bem ao próximo”!O brindar à vida nosso maior bem! Um brinde ao amor ao próximo, à gentileza! Ao meu filho, aos meus pais, aos meus irmãos, um brinde à vida, às lições, às minhas histórias! Aos meus leitores, amigos e amigas bastante especiais, um brinde aos nossos nomes, às nossas atitudes! Que em 2014, não deixemos “ruídos de opiniões alheias, calar nossa voz”!E porque um bonito nome apenas não basta, e para homenagear grandes amigos meus, que são grandes histórias,grandes nomes, refaço um antigo provérbio : de Urbano Santos  a qualquer lugar do mundo; uma andorinha só, faz: verão!Apostemos! Conquistemos! Feliz 2014...

Natalizar: conjuguemos esse verbo

Conjuguemos


Praticamente todos os anos , as nossas festas de Natal são muito idênticas, trazem o mesmo caráter, cenas e glamour se repetem: cidades cheias de luzes, enfeites natalinos por toda parte, promoções em lojas, brinquedos inovadores, tecnologias, ceias, presépios, confraternizações... e quase todos se envolvem nesse clima, acreditando que no  mês natalino a vida se transforma, as atitudes podem ser melhores, sobram fontes de inspiração, cultivam-se tudo em abundancia. Pois é, como deixar de refletir sobre isso, e toda essa simbologia sem que faça nenhum sentido em nossas vidas? Como não alegrar-se com esse clima que envolve a todos num estado  de perfeita graça e harmonia? Como não deixar renascer em si a esperança para a descoberta de um novo caminho, o caminho que nos leva a sermos  verdadeiramente cristãos?
Entretanto, tenho para mim, que não precisamos esperar o Natal para que sejamos “melhores no amor, melhores na dor, melhores em tudo” se houver contrassenso... procuro entender porque as luzes naturais ou ainda artificiais não estão permanentemente acesas; porque a esperança do nascimento de Jesus Cristo não é uma renovação diária de cada cristão; porque as trocas de presentes, de distribuição de afeto e carinho não são simplesmente ilimitados entre todos e todos os dias , porque promover sucessivas “confraternizações” sem ao menos compreender o privilégio de “ser fraterno” , porque os dominadores não promovem a prática do diálogo em suas relações pessoais e sociais com a tendência do bem comum. Mas, uns chegam, outros “passos” e todos nós compartilharemos nesse Natal em tempo e modo, as mesmas sensações que fomos capazes de acreditar durante todo ano; veremos nas cores vermelha e verde das árvores natalinas o símbolo da paz e harmonia em lugar dos conflitos corriqueiros; pertenceremos a diferentes círculos: de família, de trabalho, de empresa, de amizade, de vizinhança e nessa hierarquia usaremos a linguagem homogênea da perfeição. Porém, pena, o Natal nesse modelo, dura para muitos, um mês; para uns, um dia; outros milhares, apenas aquele espaço de tempo em que o ponteiro muda de posição. Cada um à própria sorte receberá o quanto lhe cabe de felicitações natalinas.
Fico refletindo sobre isso, em minhas leituras e escritas ao mesmo tempo em que me reporto que há cinco meses, enfrentamos o desafio da desfiguração de nosso pai, que acometido pela doença, não tem mais o mesmo vigor, a mesma estrutura, a mesma lucidez; inigualável pai, pela sua postura de vida, pelos seus sábios ensinamentos. Para nós, não deve ser fácil cultivar a alegria da noite de Natal, sem a troca do vinho e do pão, sem a presença paterna à mesa, sem o beijo na testa; preservar outros tantos dias e noites é o que há de melhor para nós que conservamos valores como o verdadeiro afeto, impondo limites,  mas nos tornando felizes. Que o nosso natal seja de procedimentos sem máscaras! Que eu faça arte para pintar e alegrar a vida! Que as luzes dos presépios alarguem nossa acepção pelo privilégio de termos nossos pais! Que aproveitemos todas as lições de vida e de trabalho que adquirimos nas simplicidades de outros natais! Que a nossa vontade pela recuperação não venha acompanhada de sofrimento, mas vejamos renascimento em nossa direção!Penso!Quantos outros irmãos vivem essa mesma condição! Quantos estão sós sem ao menos ouvir um verso, uma poesia, uma canção! Conjuguemos: eu mereço, tu mereces, nós merecemos um Natal de luz, de amor, de alegria, de verdadeira felicidade.
Enfim,se houver beleza em meu olhar, como houve, na noite estrelada, naquela rede de tecido fino, como há em minhas palavras, me delicio neste Natal para dizer que em estado de graça, nenhuma dor nos diminui; que essa  missão enfrentada agora por conta das limitações de nosso pai, sirvam para que sejamos realmente “melhores no amor”. E como sou  bastante iluminada, procuro parafrasear Nelson Gonçalves de quem meu pai tanto gosta  “ e em seus olhos era tanto brilho que mais que sua filha, nos tornamos fãs! Quem sabe com  esses meus gestos e poesias, com meus versos e antologias,minha arteSingullar  eu tenha provocado à meditação e inspirado uma dose ímpar ao atendimento de um outro Natal! Quem sabe!Essa é minha maneira de conjugar esse verbo: Natalizar  é provocar o que há de melhor dentro de nós!Feliz Natal!!!






Consciência Negra IX (minha África agora chora)

I
Ó minha negra África!
Quantas desgraças em teu chão...
Sangue e gritos de solidão
Arrasados de tristezas,
Cangas... ferros no pescoço
Uma cruz do cadáver o osso,
Na pele corre a natureza.

II

Leões dos castigos abriram suas selvas
Em busca de tua gente que ainda é escrava
Um povo de cultura e de alma brava
Tentando resgatar sua memória,
Senhora mãe de Ganga desordeiro,
Mãe de todos os terreiros...
Torrão e berço da história.

III
Somos todos teus filhos
Desses tempos ancestrais
Dispara das tribos aos cais
Acorrentados então...
Rumo a uma terra distante
Sobre o mar desce o turbante!
Partindo o coração.

IV
África! Ouvimos os teus tambores
Em ecos de nostalgias...
Da chibata à noite fria,
Bacalhau e cativeiro...
Lá está todas as crenças

E também uma festança
Berimbau toque ligeiro!

V
Crime hediondo em fim...
Loucuras da humanidade
África da eternidade
Trezentos anos de dor!
Os cabelos não são nada
Sombra vulgar disfarçada

Desses tempos de horror!

VI
Somos netos de Angola
E bisnetos de Ruanda
De Guiné veio uma banda
Animar o carnaval...
Do Congo fica o dendê
Da Serra o Catinguelê
Ó continente imortal!

VII

Grande África sofrida,
Que trabalhou para o mundo
Escravizas-te imundo!
Ninguém mais ver como és...
Retornamos a cinco mil anos
Manchando de sangue o pano
Pano que cai aos teus pés.

VIII
Viva a fumaça da pólvora!
Da luta pelo o direito
Brasil e outros suspeitos
Com fogo em brasa e sem regras...
Relembramos hoje a vida...
Desta gente esquecida!
No “Dia da Consciência Negra.”


Jose Antonio Basto 
Urbano Santos-MA
20 de Novembro de 2013
*Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra







Nosso doce mês de novembro!!


Essas mãos, nossas mãos!!
Sinto que o meu mês de outubro, trouxe-me o presságio de uma melhor onda de otimismo, de manifestações grandiosas para o meu ego pessoal, de um progresso desejável de elevada autoestima, da renovação e correção de metas. Em nós, renovaram-se os  sentimentos de confiança, de fé e de muito amor (eu disse a uma colega que esse texto falaria de amor). Em nosso calendário, hoje são quatro meses da internação de nosso pai, vemos nele em sua estatura mediana, um gigante de corpo e alma que se assemelha às estruturas de ferro; depois da fatalidade com nosso irmão, nosso pai já enfrentou três cirurgias, esteve todos esses dias entre UTI e leito hospitalar e, mesmo com o corpo flagelado; sempre cheio de ânimo e uma força de vontade invejável. O desarranjo em seu organismo oriundo do Parkinson o fortalece para maiores desafios, o mantem equilibrado para inspirar uma mente capaz de grande avanço, de superação diária.
Nessa história, não faço analogias ao filme “Doce Novembro”, nem o citaria, mas recorro ao termo por uma adequação e para falar de como foi gratificante, em primeiro de novembro, para nós e, sobretudo para nosso pai, a noticia de que receberia alta. Nessa maratona de ir e vir todos os dias ao hospital quando falávamos do quanto era difícil vê-lo debilitado, sempre tivemos um irmão para o encorajamento: E para ele, como acham que tem sido todos esses dias, esses meses, sozinho nesse leito, nessa situação de imobilidade? De fato, raras vezes, o vimos fraquejar, nas horas de visita, quase todas às vezes o semblante era de alegria e excesso de confiança; a natureza de nosso pai, nesses dias de sofrimento físico constituía-se de um tripé inquebrável: força, confiança e fé. Para nós, a demonstração clara do querer e do poder; com ele aprendemos a não ter medos, a não desistir, a não se acomodar; o nosso pai está doente, mas sempre com a percepção de que tem condições suficientes de superar-se a cada dia, de doar-se. Enquanto escrevo, o cotidiano dele ainda se parece com aquele vivido no Hospital, no entanto com  a feliz  diferença de que em casa, a interação familiar, a perspicácia de que seus  dias tornam-se melhores, mais leves , nos reporta para uma resposta é dessa tranquilidade, com a possibilidade de cura que ele está precisando para dias de paz e vida mais longa!
Essa crença nos reanima, faz com que espalhemos que o seu desempenho é resultado das constantes horas de alegria, dos gestos, das vozes altas de netos e filhos, da presença incansável de nossa mãe, de carinho que gradativamente o doamos; passei todos esses meses acreditando nisso: “os medicamentos por si só não são suficientes”, e algum médico deve ter nos alertado sobre o fato de que a presença da família traz impactos significativos para o paciente. Experimentamos essa sensação, nesse detalhe, diante de tantos riscos, nem mesmo a ciência encontraria a resposta, para nós, o que tem nutrido o coração, o pulmão e todos os órgãos de nosso pai, é nosso amor, nossa fé. Acreditamos piamente que de  pequenas atitudes, de horas incessantes  de oração, na enorme vontade que nosso pai tem em viver, nos ajudam a sentir que temos tido papel fundamental em toda essa história. Obrigada Senhor, por nos oportunizar esse doce mês de novembro, mês de aniversario da Dulce, nossa irmã, pessoa de fibra, fortaleza certa, obrigada pelo dom da vida dela e da vida de nosso pai! Obrigada por  nos dá a condição de transgredir, ousando acreditar que ainda teremos tão agradáveis meses de novembro, dezembro, janeiro...Porque nós não somos exceção, porém optamos por transgredir para o amor, para o otimismo,  para o bem comum.

Ler: e se eu quiser aprender...?





Ler: se eu quiser aprender, você me ensina? Confirmadíssimo; é para essa pergunta que temos que encontrar as respostas.  O nosso I Fórum de Leitura apresentou algumas alternativas de respostas, promoveu a discussão de que é necessário aprender muito sobre todas as coisas; as nossas proposições ou indagações acerca do projeto refletem justamente isso : o acúmulo de experiências e formações não tem nos credenciado suficientemente para expor nossas capacidades, nossas  fragilidades, “nosso saber fazer”. Em tese, esperamos sempre um padrão de resposta, um paradigma desenhado, um desempenho qualitativo lógico, uma definição coerente, uma inspiração importada, tudo muito certo, decifrado... aí eu deixaria uma pergunta: que graça teria se houvesse nesse evento um único modelo , sem possibilidades de reescrita, de reinvenção, de redefinição?
Com essa geração e todas as demais tenho aprendido inúmeras coisas, tenho prevenido, tenho compartilhado, assumido a inutilidade do orgulho; tenho sido surpreendida, ora servindo de modelo, ora sendo execrada, continuo com o mesmo comportamento esquisito, com hábitos similares aos demais humanos; diante disso, posso sentir-me bastante feliz se dessas ideias expostas eu conseguir  inspirar novos hábitos, construir novos leitores, conduzir pessoas à projeção efetiva de um novo olhar. Não será através de gestos análogos que começamos a mudar o mundo? Não será de um primeiro passo que percorremos longas caminhadas? A edição desse fórum não nasceu pronta, abordou temas conhecidos, abriu espaço para os mais distintos leitores, ouviu, acreditou, revelou talentos; de tudo sempre fica um pouco, ficou um pouco das possibilidades para educar melhor, da UEB Profª Assunção; das paródias e coreografias do Paulo Diniz, do Sítio do Meio , da Lagoa dos Costa; das peças teatrais do Emília Melo,  Pontes de Aguiar ,do Povoado Cajueiro;  do Laura Costa, do Deus é Amor; declamação de poemas do CC Santa Maria Bertilla, da palestra da professora e advogada Norma Silva “ O direito social à educação..”, considerando a palestra o elo entre aquilo que estávamos propondo e os trabalhos que somos  capazes de produzir; é isso:  a discussão deve ser para nós aquilo que temos condições  de fazer pelo nosso aluno.
Nesse espaço, não há razão para esquecer-se de nada, a gratificação que tivemos com a apresentação do Jornal da Água, com as alunas Ana Patricia e Viviane, do povoado Lagoa dos Costa, foi da mesma proporção com as exposições, com as cenas teatrais do Colégio Dr. Magno Bacelar, com o boizinho “Encanto de Criança” do J.I Alice Araújo, da UEB José Soares Mendonça, do Povoado Serraria; com as oficinas, acontecendo na  UEB Emilia Melo, com as apresentações culturais,as contribuições da comunicação,  com isso, a partir da conversa proposta pela professora Norma , entre a argumentação de uma teoria e outra, convergimos nesse sentido “o  quem tem realmente impacto no desempenho do aluno é o professor. Professor no sentido de sua formação, carreira, motivação, valores. O resto é residual.” Essa iniciativa falou disso: do direito básico de ensinar a ler e escrever, procurou cumprir a responsabilidade de que somente através da leitura é possível adquirir um novo olhar, disse ainda que é papel nosso alcançar essa projeção;  o I Fórum de Leitura vislumbrou o espaço não  para o apontamento de críticas, mas para a divulgação de experiências e sugestão de alternativas .
Como sou bastante suspeita, não espero “está bem na foto” pretendo antes, conduzir nossos colegas para a produção acadêmica, para os registros de artigos, para a defesa e apropriação de ideias, para a promoção do avanço coletivo, para a expansão do conhecimento além dos quadros da escola, no mais, espero sim, que haja pluralidade para a pergunta inicial “se alguém quiser aprender, vem que nós o ensinamos”. Do refrão de um rap, pude trazer mais uma resposta “da vida a gente leva a vida só, aproveite pra sonhar, tentar, fazer, errar, aprender a viver”. Meus textos, minhas impressões, não cumpro demandas: I Fórum Municipal de leitura, projetando o meu olhar. Obrigada!!

Mundo sustentável


A nossa mãe natureza
Que existe para o nosso bem
Transborda grande beleza
Em tudo que dela vem
Revela seus belos montes
Também suas belas fontes
Que nasce em mananciais
A vida que nasce dela
Se reproduz com ela
Em bosques e manguezais.

Nossos rios e matas
Que enfeitam nosso lugar
As nossas belas cascatas
Com águas a despejar
Refletem a beleza extrema
Que aqui traduzo em poema
Expressando a verdade
Nossas belezas naturais
São riquezas nacionais
Que geram felicidade.

Há muito estamos perdendo
A nossa terra querida
Hoje ela está sofrendo
Com o nosso estilo de vida
Destruir tornou-se um vício
Como é grande o desperdício
Que causamos sem pensar
Pra que não se torne iminente
A tristeza permanente
É preciso preservar.

É preciso erguer a voz
Chegou a hora de agir
A mudança somos nós
Chega de destruir
Proteja a terra querida
Fique do lado da vida
Cultive a preservação
Seja homem, mulher ou menino
Todos com o mesmo destino
Cantando a mesma canção.

Não dá mais pra conviver
Com todo esse desperdício
Vamos fazer acontecer
Sei que será difícil
Agora é todos por um
Em busca de um bem comum
Uma convivência responsável
Então é preciso mudar
Pra que possamos habitar
Em um mundo sustentável.

Professor Manoel Vieira

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